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Delft: a cidade de Vermeer e da cerâmica azul
Canais silenciosos, a Royal Delft, os sinos das igrejas e um hotel numa antiga fábrica de charutos.

Delft é a poesia de Vermeer nos tons da cerâmica azul holandesa. Terra natal do "mestre da luz", a cidade flutua entre canais silenciosos e fachadas do século XVII. É daqueles lugares que abraçam, que dão vontade de caminhar sem pressa.
O que ver
- Royal Delft: a oficina histórica da cerâmica azul, que imitava a porcelana oriental. Merece muito a visita.
- Nieuwe Kerk e Oude Kerk: as torres das duas igrejas marcam o tempo com os sinos, uma tradição secular do país, com toques curtos a cada 15 ou 30 minutos e badaladas completas nas horas cheias
- Het Blauwe Hart: o coração azul de vidro, na esquina da Nieuwe Kerk, símbolo da cerâmica Delft Blue
- Museus locais: para quem quer mais da história da cidade e da pintura
Onde ficamos
Dormimos uma noite no Hotel Vermeer, pequeno e charmoso, à beira do canal e no coração da cidade, numa antiga fábrica de charutos.
- Atenção: por ser um prédio histórico, não tem elevador. Não é indicado para quem tem mobilidade reduzida ou malas pesadas. Como estávamos de carro, deixamos as malas nele e subimos só com mochilas arrumadas na véspera.
- Estacionamento: há estacionamentos cobertos perto dos centros em todo o país, mais caros
Preços, horários e datas são de maio de 2026, quando fizemos a viagem. Confirme nos canais oficiais antes de ir. Vídeos e fotos no Instagram: neste post.